“Desconstruindo” os heróis…

Eu em azul…

 

INÁCIO ARAUJO – Folhapress

A Espiã (hoje, às 21h, no Telecine Pipoca) e O Resgate do Soldado Ryan (hoje, às 22h40, no Telecine Premium) são filmes de guerra com destinos diferentes.
O primeiro, que marcou o retorno de Paul Verhoeven à Holanda, foi recebido com muitas restrições, em parte devido ao hábito adquirido com o tempo de, em matéria de cinema, só acreditarmos no não crível. Ali temos a história de uma jovem judia que toma parte na Resistência, sem por isso deixar de se aproximar de um nazista.
O segundo, ao contrário, causou grande impressão, sobretudo pela cena inicial, do desembarque na Normandia. O que abriu caminho para uma operação de guerra (o resgate, justamente) em que Spielberg mostra uma visão bastante tradicional da guerra, como lugar de grandes heroísmos.

Vejamos. Este crítico da FSP se auto elegeu como juiz da coragem dos soldados que lutaram na Normandia. Então desembarcar na praia de Omaha, enfrentar toda uma divisão de infantaria alemã, pular de pára-quedas sobre a França ocupada e destruir panzers com granadas de mão não é heroísmo? Sei, sei. É claro que isso só aconteceu nos filmes. Afinal, os EUA perderam a Segunda Guerra, não é mesmo?

Uma resposta para ““Desconstruindo” os heróis…”

  1. A questão não é o filme e sim o fato o desembarque foi uma manobra ousada e eficiente a história não tem se, e sim fatos.

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